Atitude do Pensar

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Civilização - Parte 1

"A civilização elabora no homem apenas a multiplicidade de sensações e...absolutamente mais nada. E, através do desenvolvimento dessa multiplcidade de sensaçõs, o homem talvez chegue ao ponto de encontrar prazer em derramar sangue." Dostoiévski [Do livro: Memórios do subsolo - o que mais diz a mim, aquele que parece ter sido desenvolvido lado a lado]

7 comentários:

  1. Grandes homens chegando ao seu limite, beijo Lisette.

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  2. Poxa, "através do desenvolvimento dessa multiplicidade de sensações, o homem talvez chegue ao ponto de encontrar prazer em derramar sangue". É uma verdade... infelizmente.

    Chopin é ótimo!

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  3. é para pensar…até onde irá um ser humano?

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  4. Keila,

    somente o ser humano é desumano, mas eu não concordo com Dostoiévski, porque mesmo em um rebanho de gado existem os mansos e os assassinos. a maldade está no DNA: por exemplo, dizer que a pobreza é causa de violência é uma contradição quando nos deparamos com o caso da Índia, onde a miséria é muito mais patente do que a da cidade de São Paulo, porém a porcentagem de homicídios é 50 vezes menor.

    =D
    Marcos

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  5. As vezes eu nem tenho vontade de chamar o ser humano de HUMANO, tanta maldade que me dói.

    Até quando Keila?

    Um beijooooo!

    (Tava com saudade daqui)

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  6. Carissima, enquanto ouço Chopin o mundo se ausenta de mim e não consigo pensar no homem como sendo esse ser lamentável que é. A palavra humana anda tão sem sentido ultimamente. É urgente fazer alguma coisa, mas o que fazer?
    Ouvir Chopin é sem dúvida uma saída. Grata por esse presente matinal. bacio e boa semana

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  7. Lisette, eu diria que ao limite de sua insensatez. Afinal, o que é a guerra? Senão nossa insensatez colocada na prática...
    Bju

    É Roderick, só posso pensar que o sentir. Os desejos. os quereres. Quando não conscientes de suas consequências leva-nos a uma civilização marcada pela falta de alteridade. Gerando sangue. Morte.
    Abraços

    Lady, será que até a nossa instição? Bem possível.
    Bju

    Marcos,
    temos que levar em conta o contexto dessa frase. E claro que, quando nos referimos a humanidade devemos ter em conta os desviantes, assim como as qualidades até mesmo destes que representam tão bem a maldade humana.
    Obrigada pelo comentário.
    Abraços

    Aiaiai, Sil. Te entendo.
    Mas afinal, ser um humano é o que? Penso que é o todo.
    Até quando? Se é desde sempre, não saberei responder.
    Bjus de saudades

    Menina Lu, ouvi-lo, mesmo em minha angústia, no meu desespero, trouxe-me paz. Me trouxe para o lugar de habitação. Meu ser.
    Chopin é dor. É sentir. Mas é trancender tudo isso também.
    Me pergunto que fazer. Sempre.
    Super abraços

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