
Sem palavras bonitas, mas dotada dos sentimentos mais grandiosos me expus à sua frente. Aceitei o mistério da espera e a loucura desencadeada pelo querer-te. Meu sonho foi envolvido pelos risos e apesar da atmosfera de rejeição, onde a dor me perseguia as lágrimas não se fizeram presentes. Procurei sua companhia em outros olhares, seu abraço em outros contornos. Sim, mera ilusão. Nascida de um querer-te maior do que o amar-me, mas eis que o outono chegou, as nuvens revelaram a verdade oculta neste querer-te. Acordei! Ainda cambaleando descobri que era necessário dar outros passos, conhecer novas estradas. Porém, dessa vez escolho estar só. Evitando que este velho coração sabote os sonhos que rodeiam minha mente. Não te escrevo cartas de despedida. Não faço uma ligação dizendo que o querer ainda está aqui. Simplesmente, pego minha bagagem e sigo meu caminho. Adeus!
Belíssimo poema, triste, mas belíssimo! Ah, os desencontros amorosos...
ResponderExcluirVc está fazendo falta, Keila.
Saúde e paz!
Dar adeus é muito triste. Ainda mais quando há sentimento, quando há um não querer ir e um querer permanecer. :/
ResponderExcluirLindo poema.
Saudade de tuas palavras!
Muito bom, amiga Keila.
ResponderExcluirUm abraço. Tenhas uma linda semana.
Triste e lindo!FELIZ PÁSCOA!bjs,chica
ResponderExcluirperfeito, é o que estou vivendo, e decidi igual, estar só, me faz chorar, mas estou tentando continuar. adorei seu blog, ja estou seguindo, se quiser segue o meu http://iwantbonjovi.blogspot.com.br/, bjs!
ResponderExcluirMas tem uma luz ao fim do túnel!
ResponderExcluirVeja, os trilhos estão vazios,
Sinal de que outra chance deves dar!
Pois é, querida, o outono pode nos revelar muito. É época de trocar as folhagens!
ResponderExcluirMeu carinho!
http://pequenocaminho.blogspot.com
Sabe quando lemos algo que está em nós? Foi assim que senti-me aqui... doeu de tantas verdades encontradas em mim...
ResponderExcluirBeijos!
Que lindo =~
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