Atitude do Pensar

Atitude do Pensar

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

As entradas


Ao som de Joe Cocker e Phill Collins inicio esses rascunhos de boas entradas de ano novo (com todo sarcásmo, claro!).
Estou num quase ritmo de férias (será que existe essa coisa de quase?, ah, não importa!!, pois a partir de amanhã estarei de férias geral), nada de faculdade, nada de emprego. E para melhorar, minha viagem está agendada, passagens compradas e programação cultural em andamento.
Irei visitar minha cidade de nascimento: São Paulo. Acreditem, não gosto tanto dela ao ponto de ir visitá-la constantemente.
Nesses mais de 15 anos morando em BH e tendo morado em outras cidades, acabei por preferir cidades menos metropolitanas.
Mas, enfim, sai de Sampa ainda uma criança e conheço a parte cultural somente de ouvir falar ou por meio de sites e canais de tv. Portanto, o intuito é conhecer a São Paulo cultural. Seus museus, teatros e afins.
Agora voltemos as entradas...
Sendo redundante, não gosto de reveillon e muito menos de propósitos para o próximo ano. Porém, sou um ser introspectivo e portanto, tenho um desejo para 2011: Tolerância.
Admito ser extremanete intolerante com algumas pessoas, e as vezes, até mesmo com quem gosto, então, se eu pudesse sonhar com algo para 2011, seria aprender a ser mais tolerante com os seres humanos.
Simples, né!?
Mas, não fácil.
Com passos trôpegos lá vamos nós...

Boas entradas para todos!!!!

Em clima de férias



Só mais um dia...este dia!!!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Expectativas - parte 2


Já rascunhei alguns escritos sobre expectativa, mas novamente esta palavra está martelando minha mente.
Em minha rápida e simples pesquisa, percebi que o conceito de expectativa descrito por grande parte dos dicionários online, descrevem esta com a espera; esperar por algo, qualquer coisa.
No entanto, foi somente no último dicionário que vislumbrei a melhor definição: "esperança fundada em promessas, viabilidades ou probabilidades... Ansiedade, esperança...".
Bem, apesar de saber que em geral nossas expectivas estão muito mais próximas da primeira definição, simpatizei muito com esta última descrição.
Pois tenho chegado a seguinte conclusão: enquanto seres humanos, somos incoerentes até com nossas próprias expectivas, ou seja, elas não estão fundamentadas em promessas, mas naquilo que criamos.
Afinal, em geral, a esperança não vem da promessa do outro, mas do que o "eu" acredita "ver" e "espera" do outro.
Sucessivamente, surge algo que incomoda a todos: frustração.

Particularmente, detesto quando sou executora da criação desse tipo de expectativa e confesso que isso ocorre bem mais do que eu desejo e espero.
Sem perceber crio uma falsa imagem do outro, para em seguida esse outro ser desmistificado e eu me tornar temporariamente um ser frustrado.
Esse é um dos motivos de eu gostar da intimidade e me apegar a ela. Você conhece o outro e este te conhece, não há reservas, falsas expectativas.

Mas afinal, por que criamos expectativas falsas?
Estará ela relacionada a uma visão distorcida?
Ou será que está relacionado ao mundo irreal que criamos?
Será este mudo mais interessante do que o real, o agora?

Já comentei em outros posts que acredito ser impossível viver sem elas, pois são responsáveis por novas esperanças, novo fôlego de vida.
Contudo, como desafio temos o enfrentamento daquilo que não é conivente com a realidade.
Frear a fantasia negativa (não podemos perder a fantasia por completo, adoro um fantástico mundo de Bob, mas com moderação).
Apreciar o outro em sua singularidade. Ele pode sim nos surpreender, mas pelo o que ele é, e não pelo o que imaginamos que ele seja.

Você já se surpreendeu com você?
Eu sim.
Então, dessa mesma forma o outro pode nos surpreender para o bem e nos mostrar que a expectativa positiva tem seu lugar.

Bjus!!!!!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Palavras


Desde sempre sou apegada às palavras.
Após estudar um pouco mais sobre a ética descobri que elas realmente representam a atitude, podendo ser até aquelas que apenas permeiam nossa mente e não são concretizadas, isto é, as intenções.
Quando estava terminando de ler "A menina que roubava livros" já havia iniciado "1984", portanto o impacto que as palavras possuem estava atuando em meu ser.
No entanto, pra variar há contradições. Pois, por maior que seja a força delas, muitas vezes nos sentimos desapropriados destas e hoje ao ouvir esta música não pude deixar de novamente refletir sobre elas: As palavras!!!!
Que são de quem as lê, ou de quem elas estão fazendo a leitura.

"Eu não escrevo pra ninguém e nem pra fazer música
E nem pra preencher o branco dessa página linda
Eu me entendo escrevendo
E vejo tudo sem vaidade
Só tem eu e esse branco
Ele me mostra o que eu não sei
E me faz ver o que não tem palavras
Por mais que eu tente são só palavras
Por mais que eu me mate são só palavras

...
...

[Palavras Não Falam
Mariana Aydar
Composição: Kavita]

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Viver como as flores


VIVER COMO AS FLORES

"Mestre, como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes.
Sinto ódio das que são mentirosas.
Sofro com as que caluniam. Pois viva como as flores!, advertiu o mestre. Como é viver como as flores?
Perguntou o discípulo. Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim.
Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra
manche o frescor de suas pétalas.
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles e não seus.
Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar
todo mal que vem de fora.
Isso é viver como as flores."
[autor desconhecido]

Meu tesouro


Bagunceira.
Agitada;
Folgada;
Arranca pedaço;
Reclamona;
Carinhosa;
Docinho;
O melhor som de ronronar do mundo;
Enfim, a alegria da casa.
O príncipe que virou princesa, mas permanece com o mesmo nome.
Princesa Woody Allen.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

"Então é natal"



Foi somente ao ler o post da minha querida borboleta na data de ontem que pensei em como o natal pode realmente ser legal.
É fato, que em poucos dias minha vida mudou completamente e dentro disso, reconheço que foi o danado do papai Noel que me trouxe alegrias. Sendo assim, minha visão sobre o natal tem se alterado.
Na realidade, nem sei ao certo o motivo de não gostar de natal, sei que acho demasiadamente exagerado o valor que as pessoas dão as trocas de presentes, sei ainda que fico triste ao saber que muitas crianças não terão nem o que comer, enquanto outras se fartarão de tudo. Sei ainda que me incomoda milhares de pessoas na pç da liberdade, enquanto estou fazendo minha caminhada de aquecimento para o Box.
Não gosto de pensar que precisamos de uma data para reatar relações, nos mostrar generosos, ou confraternizar com quem se ama.
Uma parte disso, com certeza está vinculada ao meu lado libertário que anseia por menos consumismo e relações menos frágeis.
No entanto, como tive o prazer de ter pessoas que curtem o natal de forma tão verdadeira e lindamente encantadora, deixei-me ser invadida pelo espírito natalino.
Inclusive, meu presente já chegou: Pessoas, isso mesmo, seres humanos especiais.
Afonso, querido quase filho, que veio até mim como um girassol, inundando-me de vida, alegria e luz. Resgatando a alegria de ser criança e lembrando-me de que ainda posso ser doce.
Rogério, que sem reservas tem adentrado em meu “infinito particular”.
Outros, que são presentes de sempre:
Meus queridos amigos não virtuais: Paulinha (irmã ruiva), Susu (docinho), Aninha (filha mais velha), Ita e Cia (presentes do ex), Vini e Verinha (casal mais especial do mundo), Raul (minha quase alma gêmea), Christel (siamesa), Dani (cretina do meu coração), Duzin (padrinho das tattos, do Box e companheiro de conversas), Nel (eterna amiga que veio e se faz presente mesmo sem que seu corpo esteja por perto), Devah (Chambinho) e os que não estão aqui, mas moram no peito com vista para as montanhas.
Novos amigos virtuais: Roderick (meu misantropo preferido, presente do blog da Dama), Dama (indicação da Paulinha e onde tudo começou).
A Lú (minha quarta borboleta, pois já possuo 3 tatuadas em meu peito, ela é a 2ª que pousou do lado esquerdo do peito). É verdade Lú, às vezes penso que vais achar estranho tanta devoção, mas alma é assim...
Joni Mitchel, que após a Lú ter desencadeado essa sensação gostosa de natal influenciou neste post e me fez lembrar um filme de natal que amo: “Simplesmente amor”.
E a minha pequena Wood (o ex gatinho que foi descoberto como gatinha da casa, que mesmo não sendo macho é a mais amada do universo).
A papai Noel, que ainda é capaz de encher os olhos de uma criança de alegria e o meu também!