Foi somente ao ler o post da minha querida borboleta na data de ontem que pensei em como o natal pode realmente ser legal.
É fato, que em poucos dias minha vida mudou completamente e dentro disso, reconheço que foi o danado do papai Noel que me trouxe alegrias. Sendo assim, minha visão sobre o natal tem se alterado.
Na realidade, nem sei ao certo o motivo de não gostar de natal, sei que acho demasiadamente exagerado o valor que as pessoas dão as trocas de presentes, sei ainda que fico triste ao saber que muitas crianças não terão nem o que comer, enquanto outras se fartarão de tudo. Sei ainda que me incomoda milhares de pessoas na pç da liberdade, enquanto estou fazendo minha caminhada de aquecimento para o Box.
Não gosto de pensar que precisamos de uma data para reatar relações, nos mostrar generosos, ou confraternizar com quem se ama.
Uma parte disso, com certeza está vinculada ao meu lado libertário que anseia por menos consumismo e relações menos frágeis.
No entanto, como tive o prazer de ter pessoas que curtem o natal de forma tão verdadeira e lindamente encantadora, deixei-me ser invadida pelo espírito natalino.
Inclusive, meu presente já chegou: Pessoas, isso mesmo, seres humanos especiais.
Afonso, querido quase filho, que veio até mim como um girassol, inundando-me de vida, alegria e luz. Resgatando a alegria de ser criança e lembrando-me de que ainda posso ser doce.
Rogério, que sem reservas tem adentrado em meu “infinito particular”.
Outros, que são presentes de sempre:
Meus queridos amigos não virtuais: Paulinha (irmã ruiva), Susu (docinho), Aninha (filha mais velha), Ita e Cia (presentes do ex), Vini e Verinha (casal mais especial do mundo), Raul (minha quase alma gêmea), Christel (siamesa), Dani (cretina do meu coração), Duzin (padrinho das tattos, do Box e companheiro de conversas), Nel (eterna amiga que veio e se faz presente mesmo sem que seu corpo esteja por perto), Devah (Chambinho) e os que não estão aqui, mas moram no peito com vista para as montanhas.
Novos amigos virtuais: Roderick (meu misantropo preferido, presente do blog da Dama), Dama (indicação da Paulinha e onde tudo começou).
A Lú (minha quarta borboleta, pois já possuo 3 tatuadas em meu peito, ela é a 2ª que pousou do lado esquerdo do peito). É verdade Lú, às vezes penso que vais achar estranho tanta devoção, mas alma é assim...
Joni Mitchel, que após a Lú ter desencadeado essa sensação gostosa de natal influenciou neste post e me fez lembrar um filme de natal que amo: “Simplesmente amor”.
E a minha pequena Wood (o ex gatinho que foi descoberto como gatinha da casa, que mesmo não sendo macho é a mais amada do universo).
A papai Noel, que ainda é capaz de encher os olhos de uma criança de alegria e o meu também!